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Carlos Vicens responde ao Bola na Rede: «O que tentámos foi manter uma estrutura que nos permitisse estar juntos em tudo o que fizéssemos, desde o momento em que vemos o vermelho»

Ricardo João Lopes · 2 min

Carlos Vicens Braga
Foto: SC Braga

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Carlos Vicens respondeu a uma pergunta do Bola na Rede, depois da eliminação do Braga da Europa League.

Carlos Vicens esteve presente na sala de imprensa do Europa Park Stadion, onde analisou a eliminação do Braga da Europa League, depois de uma derrota contra o Friburgo por 3-1. O espanhol respondeu a uma pergunta do Bola na Rede.

Bola na Rede: O Friburgo teve algum à vontade nos corredores, com o Braga a revelar algumas dificuldades em controlar os alemães na primeira parte. Como é que tentou que a equipa encurtasse o espaço detido pelos alemães?

Carlos Vicens: Falas do momento a partir do momento em que estávamos com 10, não? Porque 11 contra 11 não aconteceu isso. O que tentámos foi manter uma estrutura que nos permitisse estar juntos em tudo o que fizéssemos, desde o momento em que vemos o vermelho e que não era fora de jogo. Tentámos que o esforço de uma maneira ou outra nos permitisse que os jogadores chegassem aos sítios. Depois procurámos que o Rodrigo Zalazar se situasse à direita para intercambiar jogo com o Víctor Gómez e o Pau Víctor na esquerda porque o Zalazar levava menos tempo depois da lesão. O Pau Víctor tinha mais rodagem, digamos assim. Estava mais habituado a repetir esforços na última semana. Há muito dinamismo entre o Pau e o Rodrigo. Assim mantivemo-nos com a ideia de tentar, sempre que fosse possível, empurrar o Friburgo para trás. Obviamente que com 10 custa mais, mas conseguimos bastante. Mais coisas aconteciam em campo rival. Forçavas o jogo direto e tinhas que tentar a segunda bola. Quando não acontecia, tinha que correr para trás, para nos juntarmos outra vez. Acho que através disso gerámos muita incerteza no marcador, muito incómodo no rival. Foi isso que realmente que fez com que nos aproximássemos do marcador. O terceiro golo é uma bola parada, de um centro. Faz dano, mas a equipa nunca deixou de acreditar, sempre achou que havia opções. Tínhamos a mentalidade de marcar um golo para chegar ao prolongamento. Infelizmente, não aconteceu, mas tenho de agradecer aos rapazes pelo esforço. Temos de estar orgulhosos desta equipa.

Ricardo João Lopes

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