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Arsenal quer renovar contrato com Mikel Arteta e com 3 destaques na campanha do título na Premier League

Diogo Ribeiro · 1 min

Mikel Arteta Arsenal
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

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O Arsenal está a negociar várias renovações. Além de Mikel Arteta, também Declan Rice, Martin Odegaard e Jurrien Timber em negociações.

O Arsenal continua a preparar o futuro e, fechado o mercado de transferências, o clube coloca o foco em renovações de contrato. Segundo o TEAMtalk, o processo mais avançado é o de Mikel Arteta.

Com contrato até ao final da temporada, as duas partes querem manter o caminho lado a lado. As negociações estão em andamento e, de acordo com a mesma fonte, há confiança crescente de que o processo ficará selado na pausa internacional, em setembro.

Além do treinador, também Declan Rice, Martin Odegaard e Jurrien Timber, pilares dos gunners, estão na calha para a renovação. Depois do sucesso na última temporada, com a conquista da Premier League e a chegada à final da Champions League (perdida nos penáltis), o Arsenal quer manter as principais peças. Nesta época, os gunners continuam 100% vitoriosos no Campeonato Inglês.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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