Rúben Dias analisou o jogo. Portugal e País de Gales defrontaram-se na Liga das Nações, na estreia de Jorge Jesus.
Rúben Dias fez o rescaldo do duelo entre Portugal e País de Gales, de início de uma nova era com Jorge Jesus e que principiou a caminhada portuguesa na Liga das Nações. Depois do 1-0, o jogador analisou o encontro.
«Eu acho que tudo é mais fácil quando as coisas fazem sentido. Obviamente, no primeiro jogo, com dois dias de treino e outros dois ou três de sala, conseguimos trazer já muita coisa, e observei muita coisa a ser posta em prática no campo. Como é óbvio, as coisas vão-se afinar e vamos em busca de mais e melhor, e uma maior perfeição no que temos que tentar atingir. Defensivamente, senti que estivemos fortes, na maior parte dos momentos conseguimos controlar completamente o que eles tentavam fazer. Com a bola, sinto que tivemos momentos em que conseguíamos ser ainda mais perigosos, mas ainda assim, tivemos os nossos momentos. Em geral, boas sensações e sensações fortes».
Sobre o duelo com Haaland no Noruega x Portugal.
«Agora é descansar bem. A partir de amanhã começamos a preparar o jogo bem, como é óbvio, eles são uma equipa, não só pelo Haaland, mas por todos os jogadores que têm. São uma equipa forte e perigosa, mas a partir de amanhã».
O central do Manchester City ainda falou sobre o Mundial 2026.
«O que vocês querem é o que nós queremos e o que todos nós queremos é ser tão fortes quanto nós podemos ser. E sentir que podemos chegar a uma fase final e ter todo o impacto que nós queremos ter, que é a nossa ambição, e com todo o mérito. As reflexões já foram feitas há muito tempo, como é óbvio. É a primeira vez que tenho a oportunidade de dirigir uma palavra ao Míster [Roberto] Martínez, porque foi uma pessoa impecável. Demos o nosso melhor com ele e só tenho a agradecer todo o esforço que ele teve, que ele fez por nós jogadores e por todos nós, país. Mas agora é uma nova etapa e, sinceramente, não estou a perder demasiado tempo a pensar no que aconteceu, mas sim no que está a acontecer e no que vem, porque estamos fortes, tenho muito boas esperanças e acredito muito no que está para acontecer».

