Após o apito final, Jorge Jesus analisou o duelo entre a Noruega e Portugal, referente à segunda jornada da Liga das Nações.
Na segunda jornada da fase de grupos da Liga das Nações, Portugal venceu por 2-1 frente à Noruega. Após o apito final, Jorge Jesus analisou o desfecho da partida:
«As minhas alterações, mesmo nos últimos dez minutos, nunca foram a pensar em defender o resultado. Foi sempre a pensar em fazer o 3-1. Achei que a Noruega podia ser surpreendida com jogadores frescos mais ofensivos do que estar a fazer substituições com jogadores mais defensivos. O Bernardo tem uma qualidade muito grande de posse de bola individual e precisávamos de ter alguém que controlasse o jogo no corredor central».
«Foi uma boa vitória. Esta Noruega para mim é uma equipa do top-5. Tem um ponta de lança que a qualquer momento pode marcar, é uma coisa incrível. Mas a última linha e, especialmente os nossos dois centrais, com a ajuda do João Palhinha e do Rúben Neves quando entravam no processo defensivo foram muito fortes no corredor central. Mesmo assim, o Haaland fez 6 finalizações dentro da área e fez golo numa. Estou satisfeito com a equipa. Este processo não é fácil. Tens de corrigir durante os jogos a sério da Liga das Nações. Isto não é um particular onde os treinadores podem fazer experiências. Aqui tu experimentas e ou sai bem ou sai mal. É no risco. Se sair mal, não podes voltar atrás»
«Não se defende só com a última linha. A primeira linha é muito importante para ser uma equipa pressionante e é assim que eu quero. O Gonçalo Ramos tem um jogador parar marcar e o João Félix tem dois, um médio e um central. Fartou-se de correr e voltou a jogar muito».
«(Cristiano Ronaldo) Não foi utilizado porque senti que o jogo estava a ditar-me outras ideias. Fui modificando de forma a garantir não só o resultado, mas outros processos da equipa»

