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Stale Solbakken reagiu à derrota da Noruega frente a Portugal, elogiou a qualidade do plantel português e explicou a saída de Erling Haaland.
Portugal voltou a vencer a Noruega por 2-1 na quarta jornada da fase de grupos da Liga das Nações, mantendo o registo totalmente vitorioso na ‘era’ Jorge Jesus. Em conferência de imprensa, o selecionador nórdico, Stale Solbakken começou por refletir sobre o resultado:
«Ficámos satisfeitos pela forma como jogámos. A primeira parte foi quase perfeita e os jogadores estiveram em excelente plano, mas ressentiram-se fisicamente e não tivemos a energia que normalmente costumamos ter na segunda parte. A única coisa que me deixa dececionado é termos sofrido aquele golo (o do 1-1), foi mesmo desnecessário. Tínhamos a posse de bola e foi uma questão de momento, psicológica. Depois, na segunda parte, temos uma situação do Haaland em que a bola atravessa a baliza e ele não conseguiu marcar. Não ficámos deprimidos e temos partidas pela frente».
Questionado sobre a saída de Erling Haaland aos 67 minutos da partida, o selecionador referiu:
«Falei com ele e com outros jogadores e disse-lhes que era importante termos energia. Concordámos que o Haaland jogaria até achar que já não poderia mais. Talvez ele parecesse cansado hoje, mas teve 60 minutos excelentes e já tinha jogado 90 no primeiro jogo contra Portugal e nos outros dois encontros».
Por fim, Stale Solbakken apontou para algumas melhorias na seleção de Portugal, utilizando o exemplo de Bernardo Silva para destacar a qualidade do plantel:
«Há algumas diferenças na pressão e no escalamento da equipa. Tem ideias interessantes e jogadores de classe mundial. Há casos como o do Bernardo Silva, um médio que joga no Real Madrid e que teve cerca de cinco minutos de jogo. Ter a possibilidade de alterar perante este tipo de jogadores é uma grande vantagem. Penso que Portugal, ao lado de Espanha e França, é uma das três melhores equipas da Europa neste momento».










