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O Gil Vicente bateu o Moreirense por 1-0, num encontro da 8.ª jornada da Primeira Liga. Eis as reações de Luís Pinto e Vasco Botelho da Costa.
Na 8.ª jornada da Primeira Liga, o Gil Vicente quebrou a série de três jogos sem vitórias com um triunfo por 1-0 no terreno do Moreirense. Após a partida, Luís Pinto mostrou-se satisfeito com o desempenho dos gilistas:
«Sinto que fizemos uma exibição muito competente, conseguimos ter bola de uma forma muito personalizada, faltando alguma agressividade no último terço do campo».
De seguida, o técnico do Gil acrescentou:
«Temos demonstrado uma qualidade de jogo interessante. Esta vitória traz o sentimento de validação pelo que andamos a fazer».
Por outro lado, Vasco Botelho da Costa lamentou a «oferta» que acabou por ditar a derrota do Moreirense:
«Estamos tristes por não termos conseguido os três pontos, num jogo que até podia ter sido mais fechado do que aquilo que foi. Em alguns momentos, as organizações ofensivas conseguiram bater os primeiros momentos de pressão, mas depois nenhuma das equipas foi muito consistente a criar do ponto de vista ofensivo. Para competirmos a este nível, não podemos entregar nada aos nossos adversários. E o resultado fica claramente marcado por uma oferta da nossa parte, mais uma. Não foi o nosso melhor jogo do ponto de vista ofensivo, mas, não podendo ganhar, não podemos perder, e perdemos porque não fomos competentes e, portanto, fomos justamente penalizados».
O técnico reforçou a necessidade de evolução na «dimensão mental»:
«Depois entra toda uma dimensão mental, que está relacionada com o foco, a concentração e, obviamente, com a maturidade. Após o jogo do Vitória (de Guimarães), acho que fomos algo imaturos, não há ali um erro claro, há mais um comportamento de equipa que deveria ter controlado melhor a situação. É, se calhar, um pouco o preço a pagar por toda esta juventude, mas, ao mesmo tempo, se gostamos da juventude e esta juventude demonstra qualidade em muitos momentos, também tem que demonstrar essa maturidade. Errar uma vez permite-nos aprender, errar a segunda já nos coloca num patamar em que não aprendemos aquilo que devíamos. Estamos longe de ser um produto acabado. Temos ainda um bom caminho para crescer e acho que podemos ser muito melhores do que temos sido».













