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Carlos Simões responde ao Bola na Rede: «Com o cansaço, com os duelos, com a diferença no banco do Sunderland e de quem entrou, temos de ir adaptando»

Diogo Ribeiro · 2 min

Carlos Simões Luís Tralhão Torreense
Foto: Pedro Barrelas / Bola na Rede

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Carlos Simões analisou a derrota do Torreense diante do Sunderland. O treinador respondeu a uma pergunta do Bola na Rede em conferência de imprensa.

Carlos Simões analisou o derrota do Torreense contra o Sunderland por 2-1 na segunda jornada da Europa League. O Bola na Rede esteve no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, e teve a oportunidade de colocar uma questão ao treinador-adjunto do emblema de Torres Vedras.

Lê também a pergunta e resposta de Régis Le Bris, treinador dos ingleses.

Bola na Rede: Principalmente em alguns momentos da primeira parte, o Torreense foi capaz de ter bola. Já destacou aqui a vontade do Torreense não se esconder. Qual a importância do papel dos dois médios, o Amine [Oudrhiri] e o [Alejandro] Alfaro, em muitos posicionamentos híbridos para superar a marcação do Sunderland e, num segundo momento, sentiu que a equipa teve a tendência de chegar muito rápido à frente, acabando por penalizar estas posses prolongadas?

Carlos Simões: Sim. O nosso modelo de jogo é ter bola e ferir com bola. É isso. Sabíamos que ia ser muito difícil pela oposição que temos à frente, mas estávamos convictos que, em muitos momentos, o iríamos conseguir. E conseguimos na primeira parte. Obviamente que com o cansaço, com os duelos, com a diferença no banco do Sunderland e de quem entrou, que mete a artilharia toda, temos de ir adaptando. Sabendo que estavam com uma organização mais à frente e com mais jogadores à frente, na nossa última linha, a única possibilidade que a gente tinha, porque é uma equipa que reage muito rápido à perda de bola, era procurar o espaço nas costas. Era essa a única possibilidade de os poder ferir. O nosso modelo foi evoluindo ao longo do jogo por questões físicas dos nossos jogadores. Fazia parte do nosso plano. Sabíamos que não íamos estar permanentemente em cima do Sunderland. Não tínhamos essa ilusão. Acreditávamos muito que em alguns momentos podíamos ter bola porque é disso que nós gostamos, é nisso que acreditamos e é para isso que trabalhamos.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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