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Num jogo marcado pela solidariedade e pela revolução nas escolhas de Fernando Santos, a vitória de Portugal foi um ato meramente académico dada a monstruosa diferença de qualidade entre as duas seleções.
A partida não foi vistosa, longe disso. Aos 9 minutos, já um dos ferros da baliza de Al Owais estremecia após remate arqueado de fora da área de João Mário. Ao quarto de hora de jogo é Gonçalo Guedes que, após um canto, falha o golo à boca da baliza.

Fonte: FPF
Regressado e peça do 11 inicial foi Manuel Fernandes que, após algumas tentativas, chegou mesmo ao golo, aos 32 minutos, servido por um cruzamento de Gonçalo Guedes. Até final da etapa inicial, o avançado do Valencia tentou também fazer o gosto ao pé, o que acabaria por acontecer aos 52 minutos, após passe do entrado ao intervalo Ricardo Pereira.
Após várias mexidas e estreias na principal seleção portuguesa na segunda parte, chegou, e de forma bem merecida, o golo de João Mário que terminou a partida com a braçadeira de capitão e se estreou a marcar pela seleção das quinas.
A FIGURA

Manuel Fernandes – Que bom ver a forma solta e fluída como Manuel Fernandes joga e regressou à seleção como se a última vez que tivesse jogado por Portugal tivesse sido ontem. E tudo isto coroado com um golo. Não merecia jogar “só” pouco mais de 50 minutos. Guedes e João Mário bem podiam ter igualmente este destaque.
O FORA DE JOGO

André Silva – Num jogo contra uma equipa tão fraquinha e com tantas bolas na área, pelo chão, pelo ar… Não conseguir sequer ter uma oportunidade flagrante para marcar é, no mínimo, razão para apreensão. Ao seu lado, Gonçalo Guedes brilhou.








