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A partir daqui, só deu Portugal, que ainda haveria de marcar mais três golos, um de Pany Varela e dois do maestro Ricardinho, o último dos quais enquanto o país do leste europeu estava a jogar com guarda-redes avançado. A exibição deslumbrante da nossa seleção prosseguiu na segunda metade, exímios a defender o 5×4 e muito sólidos no contra-ataque, espelhados no parcial de 3-0 na última parte, com mais dois golos apontados por Ricardinho, algo que o permitiu isolar-se na liderança dos melhores marcadores, com seis golos, e também Bruno Coelho teve a oportunidade de fazer o gosto ao pé, ao apontar o sexto golo. Em suma, foi uma vitória justíssima dos comandados de Jorge Braz, com um pequeno sobressalto a abrir mas que foi prontamente emendado.

Fonte: FPF
Nas meias-finais, espera-nos a poderosa Rússia, num jogo que será disputado na quinta-feira, em hora ainda por definir. Por último, queria só aproveitar para dizer que nós somos a única equipa que ganhou todos os seus jogos nesta edição do Europeu, e caso continuemos com esta raça, querer e vontade, tudo é possível, pois não vejo nenhuma outra equipa a jogar tão bem. Veja-se, por exemplo, o caso da Espanha, que só venceu o Azerbaijão por 1-0. Os campeonatos cada vez estão mais competitivos e equilibrados, o que torna ainda mais raro e difícil acontecerem resultados desnivelados como este que presenciámos.
A FIGURA:

Público português presente na Stozice Arena – Muito do sucesso da seleção neste Europeu também se deve a eles, sempre ruidosos no apoio à equipa e fazendo parecer que os jogadores estão no nosso país.
O FORA-DE-JOGO:

Excesso de jogadores brasileiros naturalizados – Não é uma situação nova, mas continua a fazer-me confusão o volume de jogadores estrangeiros nestas equipas, sobretudo no leste. Bem sei que o nosso país já teve brasileiros a jogar pela seleção e que países como a Itália continuam a usar esta estratégia, mas a UEFA devia por um travão a esta situação.
Foto de Capa: FPF
Artigo revisto por: Jorge Neves











