Última horaTorreense ‘Til I Die On The Beach
Publicidade

Andebol feminino de regresso à Luz

Francisco Reis · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Passados 21 anos desde a última presença em campeonatos nacionais, o Benfica vai voltar a ter uma equipa de andebol feminino em competição. O clube da Luz vai contar com um plantel, já na próxima época, a competir na segunda divisão.

O andebol feminino é um velho conhecido do Benfica, que é o segundo clube com mais troféus na modalidade, atrás do Madeira Sad. Sete campeonatos nacionais, seis taças de Portugal e duas supertaças são um fator moralizador para a equipa estreante, que se formará maioritariamente por jogadoras jovens.

A aposta do Benfica trata-se de um passo gigante na modalidade. Não só o andebol feminino “recebe” um clube de grande dimensão, que certamente vai atrair muitos apoiantes, como passa a contar com um clássico vencedor de títulos. As competições de andebol feminino vão beneficiar e muito com a formação benfiquista.

O Benfica esteve sem a prática de andebol feminino durante 21 anos
Fonte: Andebol Portugal

O andebol feminino iniciou-se no Benfica na época de 1971/72. Durou até à época de 1992/93, com um breve regresso de apenas uma época em 1996/97, estando extinto até agora.

O projeto dos encarnados é ambicioso: chegar à primeira divisão e fazer aumentar o número interno de jovens praticantes. O mais desejável seria que outras equipas acompanhassem esta iniciativa. Os principais rivais, Sporting e Porto, não têm equipa de andebol feminino e poderiam dar o mesmo passo para o bem da modalidade.

O Benfica, com esta medida, sustenta a aposta no desporto feminino e passa a ter equipas femininas em todas as modalidades de pavilhão, tal como masculinas. Uma autêntica promoção do desporto, em Portugal, vinda dos lados da Luz.

Foto de Capa: SL Benfica

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Francisco Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.