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Opinião

Olhar tático ao FC Porto x Sporting: o papel das marcações individuais, a pressão alta dos dragões e a dupla largura dos leões

O Sporting garantiu a presença na final da Taça de Portugal pela terceira vez consecutiva, depois de ter empatado com o FC Porto no Estádio do Dragão (0-0), no jogo da segunda mão da meia-final da prova rainha. Tendo em perspetiva a vantagem de um golo que os leões traziam da primeira mão, era esperado que os dragões assumissem as rédeas do jogo para virar essa desvantagem, como Francesco Farioli já tinha referido em conferência de antevisão. Assim sendo, o FC Porto entrou logo a pressionar à entrada da área do Sporting, sendo percetível a aposta em Deniz Gul novamente para melhorar esse momento de pressão, em detrimento de Terem Moffi. Em 2+4 ou 2+3, dependendo do posicionamento de Alberto Costa, os dragões quiseram orientar a pressão para o lado direito, lado de Diomandé e Eduardo Quaresma, e fechar o espaço de Gonçalo Inácio, tendo em conta a sua capacidade com bola e importância na construção da equipa de Rui Borges.

Rodrigo Lima · 8 min de leitura
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