Seleção Nacional

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Jorge Jesus: A escolha certa na seleção de todos nós?

Todos nós, portugueses, tínhamos a esperança que a nossa seleção chegasse o mais longe possível no Mundial 2026. Portugal ser campeão do mundo 10 anos depois de conquistar a Europa seria algo para mais tarde recordar. As exibições inconstantes na fase de grupos e a eliminação nos oitavos-de-final frente à Espanha provaram que tudo não passava de uma ilusão, e puseram a nu algumas fragilidades. Mostraram também que Portugal não estava preparado para estar no jogo decisivo. A equipa não esteve tão bem oleada como se pensava e não apareceram algumas individualidades que brilharam nos seus clubes na época passada. Antes do início do Campeonato do Mundo, Roberto Martínez já tinha deixado nas entrelinhas que iria abandonar o cargo de seleccionador nacional, já que o seu contrato expirava após o torneio. Os seus compatriotas fizeram com que isso acontecesse mais cedo e Roberto Martínez disse adiós logo a seguir à eliminação com nuestros hermanos. Para o seu lugar foi escolhido um nome que durante algum tempo andou no radar para treinar o Brasil. Jorge Jesus é agora o homem que tem como missão guiar Portugal para novas conquistas. A Liga das Nações, que se inicia em setembro, vai ser a sua primeira grande competição com as quinas ao peito.

Rui Alves Maria · 3 min de leitura
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A passagem agridoce de Roberto Martínez pela seleção

Os significados encontram-se onde menos se espera. Há quem veja o futuro nas borras de café, outros nas folhas de chá. Roberto Martinez encontrava consolo nos números, destacando, por algumas vezes, a sua crença na numerologia. Não deixa de ser irónico que o seu último jogo pela seleção tenha sido disputado, justamente no dia seis, somando assim a sua sexta derrota ao serviço da Seleção Nacional. A passagem de Martínez pela Seleção foi tudo menos consensual, com decisões questionáveis por parte do selecionador espanhol. A sua saída era já expectável.  Martinez foi uma escolha da antiga direção da FPF, Proença nunca o escondeu, antes pelo contrário. No entanto, decidiu mantê-lo após a vitória da Liga das Nações, uma decisão que pode ser discutida como uma prova de confiança ou como falta de pulso na hora da tomada de decisão. 

José Vale · 4 min de leitura
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