Shai Gilgeous-Alexander tornou-se o primeiro jogador na história da NBA a chegar aos 127 jogos consecutivos a marcar pelo menos 20 pontos.
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Há uma diferença clara entre um jogador que melhora e um jogador que muda o seu lugar na liga. Todos os anos há dezenas de jogadores que aumentam números, que têm mais minutos, que aproveitam melhor as oportunidades. Mas isso, por si só, não chega para entrar verdadeiramente na conversa do Most Improved Player. O que define esse prémio é outra coisa. É transformação. E poucos jogadores na NBA podem dizer que passaram por uma transformação tão evidente como Neemias Queta nesta época. Durante muito tempo, o Neemias foi um jogador fácil de definir. Tinha tamanho, tinha presença física, tinha instinto defensivo. Era um poste com capacidade natural para proteger o cesto, para condicionar lançamentos, para ganhar espaço na área pintada. Isso nunca esteve em causa. O problema nunca foi o talento - foi o contexto. Minutos irregulares, papel pouco claro, oportunidades que iam e vinham. Era um jogador preso entre aquilo que podia ser e aquilo que conseguia mostrar.
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Falar de WNBA em Portugal não é falar de um território desconhecido. É falar de legado. Porque antes de qualquer projeção, antes de qualquer promessa, houve Ticha Penicheiro - uma das maiores bases da história do basquetebol feminino, campeã da WNBA e membro do Hall of Fame. Uma referência global que colocou Portugal no mapa do basquetebol mundial. Mas também é verdade que, desde então, esse caminho ficou em aberto. E é precisamente nesse espaço - entre aquilo que já foi feito e aquilo que ainda pode voltar a acontecer - que surge Clara Silva.
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Shai Gilgeous-Alexander tornou-se o primeiro jogador na história da NBA a chegar aos 127 jogos consecutivos a marcar pelo menos 20 pontos.
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Neemias Queta registou oito pontos nos 15 minutos que esteve em campo durante a vitória dos Boston Celtics sobre os Brooklyn Nets por 148-111.