Publicidade

Benfica

8.524 artigos

Benfica

Lúcia abriu o corredor, Moller tomou conta do campo: Benfica deu lição na Supertaça

17h15. Estádio Municipal do Fontelo. Um calor abrasador, acima dos 30 graus, recebeu Benfica e FC Porto para o pontapé de saída da nova época do futebol feminino português.  Ivan Baptista apresentou as encarnadas num 4x2x3x1, sem grandes alterações em relação ao onze esperado, enquanto Daniel Chaves respondeu com um 4x3x3 e três novidades face ao último teste diante do Celta de Vigo: Morgan Stone reforçou o meio-campo, Daniela Santos (ex-jogadora do Benfica) entrou para o eixo defensivo e Fatumata Sissé assumiu uma das posições no ataque. 

Tiago Campos · 2 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Águias pintam Supertaça de vermelho com “manita” às rivais | Benfica 5-1 FC Porto

O primeiro troféu da época de futebol feminino 2026/27 ficou nas mãos do Benfica. Num Estádio Municipal do Fontelo castigado por temperaturas superiores a 30 graus, as encarnadas venceram o FC Porto por 5-1, numa partida que até teve momentos de equilíbrio antes de se transformar numa demonstração de força da equipa de Ivan Baptista.  Frøya Dorsin, Nycole Raysla, Marit Lund, Caroline Møller e Anna Csiki marcaram os golos das águias, enquanto Fátima Pinto fez o único tento portista.

Tiago Campos · 5 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

Controlo nos Barreiros e nova demonstração de força encarnada | Marítimo 0-3 Benfica

O regresso aos Barreiros ditou mais um triunfo categórico para o Benfica de Marco Silva. A vitória por 0-3 na Madeira não foi apenas uma demonstração de superioridade no marcador, mas sim um teste à capacidade de adaptação da equipa perante adversidades físicas e um relvado em péssimas condições. Entre a estreia a titular de João Palhinha, o bis de um Leandro Barreiro de passada larga e mais um recital de Gianluca Prestianni, as águias cimentaram processos e somaram a quinta vitória consecutiva na temporada. A grande novidade no onze encarnado trouxe o equilíbrio que há muito se pedia ao meio-campo. Com João Palhinha a assumir a posição seis por troca com Enzo Barrenechea, o Benfica ganhou um autêntico tampão nas transições defensivas. O internacional português varreu o miolo com 14 ações defensivas, dominou os duelos físicos e permitiu que a equipa jogasse subida sem o pânico do contra-ataque adversário. Quando o Marítimo tentava explorar o espaço nas costas da defesa, encontrava invariavelmente a cobertura rapidíssima de Tomás Araújo, imperial no controlo da profundidade ao longo de toda a tarde.

Duarte Rêgo · 3 min de leitura
Ler a crónica