Marco Silva analisou a goleada do Benfica frente ao Hearts na Europa League. O técnico destacou o papel do extremo no modelo de jogo encarnado.
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Académico Viseu
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Opinião
O Benfica tem quase os dois pés no playoff de acesso à fase de liga da Europa League. O encontro frente ao Hearts mostrou uma imagem positiva dos encarnados, ainda que com algumas arestas por limar. Já do lado dos escoceses, há muito trabalho a fazer, um projeto que perdeu o seu norte, depois de um 2025/26 de sonho, com a quase conquista da Liga. O 6-1 não foi um exagero, bem pelo contrário. As águias deram a sua melhor versão ao longo de quase toda a partida, deixando-se ‘adormecer’ um pouco depois da saída de Enzo Barrenechea do meio campo, o médio mais posicional, que parece fundamental de existir nas ideias de Marco Silva. O técnico mexeu na equipa, com Samuel Soares a entrar para o lugar de Anatoliy Trubin. O português não contou com muito trabalho, mas nota para a sua má saída na bola aos ferros do Hearts. Algo a se trabalhado. No entanto, a entrada em campo de Gianluca Prestianni foi a que melhor rejeitou (quase fazendo esquecer as outras mexidas). O argentino foi aposta na esquerda, onde pode mostrar a sua melhor versão. O extremo foi o farol da equipa naquele lado do terreno, sem medo de progredir com a bola, realizar recuperações, entrar na área e tentar o remate. O jogo do argentino não contou com muitos pontos fracos. Quiçá algumas das suas combinações não resultaram, mas a ‘culpa’ terá de ser repartida com Georgiy Sudakov, que não está confortável na Luz e Marco Silva ainda não encontrou uma fórmula de o ucraniano conseguir entrosar com os restantes colegas.
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É um jogador de quem eu gosto muito
Marco Silva analisou a goleada do Benfica frente ao Hearts na Europa League. O técnico destacou o papel do extremo no modelo de jogo encarnado.
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Primeira Liga
Agosto é o mês de férias para muitos portugueses, mas é também a altura do ano que voltam as emoções do futebol nacional. Depois da Supertaça disputada no último sábado, conquistada pelo FC Porto, o campeonato regressa para mais uma época que se espera apaixonante. Estoril e Famalicão dão o pontapé de saída da Primeira Liga 2026/27, esta sexta-feira, às 20h15. Num campeonato com 18 equipas e 34 jornadas tudo pode acontecer, mas Benfica, FC Porto e Sporting serão sempre os principais candidatos ao título. Por norma quem defende o título de campeão nacional é sempre o principal favorito à conquista do campeonato, e por isso o FC Porto parte na frente da corrida. Manteve os seus principais jogadores e fez contratações cirúrgicas para cada setor.
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A política do Benfica é ‘amarrar’ os jovens durante cinco anos e depois poderem decidir de forma unilateral se lhe dão oportunidade ou não
Gil Neves está de saída do Benfica. O pai do jovem médio deixou duras críticas à postura encarnada relativamente à formação.