Última horaJosé Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano
Publicidade

Rugby | As 3 melhores transferências do Super Rugby Aotearoa

Marco Minelli · 3 min

Rugby | As 3 melhores transferências do Super Rugby Aotearoa
Foto: The Blues

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Nos finais de fevereiro começará a época no hemisfério sul, com grande destaque para o Super Rugby Aotearoa, competição que em 2021 conquistou os adeptos da modalidade, não só pela velocidade e pela qualidade do jogo, mas também pelo espetáculo criado em redor do torneio, uma vez que não houve limitações no que ao público diz respeito.

Apesar de estarmos a mais de um mês do pontapé de saída, os plantéis das cinco franquias que compõem a competição doméstica da Nova Zelândia já são conhecidos. Foram diversas as alterações em cada um destes últimos, logo decidi fazer um artigo em que elenco as três melhores transferências da temporada.

Foto de Capa: The Blues

3.

Nepo Laulala – Com a chegada de Nepo Laulala, Leon McDonald terá à sua disposição quatro pilares (dois para cada lado) de classe mundial, todos internacionais pelos All Blacks. Para a posição de pilar direito, o antigo jogador dos Chiefs terá a concorrência de Ofa Tu’ungafasi, aquele que foi, a meu ver, o melhor pilar do torneio na temporada anterior.

Ainda assim, Nepo Laulala, além de ser um scrummager de grande qualidade, mostrou largas melhorias no que toca a aspetos como mobilidade e manuseamento de bola nos anos em que representou os Chiefs no Super Rugby e os Counties Manukau na ITM Cup.

Com 29 jogos pela seleção da Nova Zelândia, Nepo Laulala é um jogador cada vez mais completo, capaz de responder aos requisitos que o rugby moderno impõe a um pilar.

2.

Kazuki Himeno – Após o término do projeto dos Sunwolves, Himeno volta ao Super Rugby, desta feita para representar os Highlanders.

Com características muito próprias de um terceira linha centro, o japonês é um típico jogador de ataque, na medida em que é mais um transportador de bola do que um especialista no breakdown. Os 108kg do internacional nipónico fazem do mesmo um jogador agressivo no ataque à linha da vantagem e capaz de projetar a equipa para lá da mesma.

Ainda assim, Kazuki Himeno terá a concorrência de Marino Mikaele Tu’u na posição 8, sendo que Tony Brown poderá optar por conferir-lhe a função de 6 ou 7, fazendo parceria com Shannon Frizell ou Liam Squire no papel de asa.

1.

Dillon Hunt – Depois de ter representado os Highlanders entre 2017 e 2020, Dillon Hunt transferiu-se para os Blues de Auckland, sendo esta, a meu ver, a melhor aquisição da temporada do Super Rugby Aotearoa.

Foi dos melhores jogadores da competição na época transata, tendo sido o jogador com mais placagens realizadas, somando 100, e com mais turnovers, com um total de 10. Além de ser um jogador muito forte no que ao processo defensivo diz respeito, Dillon Hunt é, também, um jogador que oferece fisicalidade ao pack, sendo poderoso no contacto e no transporte de bola.

Será muito interessante perceber como é que Dillon Hunt encaixará numa terceira linha que já conta com Dalton Papaplii e Akira Ioane para a posição de flanqueador.

Marco Minelli

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.