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A homenagem de João Almeida a Rui Costa: «Mudaste a minha mentalidade»

Ricardo Mendes Fonseca · 1 min

João Almeida UAE Ciclismo
Foto: UAE

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Após Rui Costa anunciar o fim da carreira, João Almeida reagiu com uma dedicatória. O atleta diz ter aprendido muito com o seu ídolo.

João Almeida deixou uma mensagem a Rui Costa, após este ter anunciado o ponto final da sua carreira. O atleta da UAE Team Emirates diz ter aprendido muito com o seu «ídolo» e agradeceu:

«Obrigado por seres um ídolo e por tanto nos teres dado! Aprendi muito contigo. Deste-me valores tanto para o ciclismo como para a vida. Mudaste a minha mentalidade e não seria o ciclista do presente se não tivesses influenciado o meu passado», começou por escrever.

«És muito mais do que o Rui Costa, campeão do mundo de 2013 e vencedor de tantas corridas. Classe é o que melhor te define, assim como disciplina e sacrifício. Um orgulho poder afirmar que tive o Rui Costa como colega de equipa e mentor. Levo comigo bons momentos que sempre saberão a pouco», concluiu João Almeida.

Ricardo Mendes Fonseca

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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