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Adeptos do Sevilha interrompem o jogo contra o Atlético de Madrid para protestar contra a direção

Ricardo João Lopes · 1 min

Adeptos do Sevilha interrompem o jogo contra o Atlético de Madrid para protestar contra a direção

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O encontro entre o Sevilha e o Atlético de Madrid esteve interrompido alguns minutos, por protestos na bancada por parte dos adeptos da casa.

O encontro entre o Sevilha e o Atlético de Madrid esteve interrompido alguns minutos, por protestos na bancada por parte dos adeptos da casa.

O jogo entre o Sevilha e o Atlético de Madrid esteve interrompido durante alguns minutos na segunda parte, devido a protestos dos adeptos da equipa da casa. Os aficionados estão descontentes com a gestão de José María del Nido Carrasco, atual presidente dos andaluzes.

As bancadas pediram a demissão do presidente e restante direção. Eis o momento:

Ricardo João Lopes

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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