Última horaChelsea pode ter baixa importante até ao final de 2026
Publicidade

Al Nassr sem Cristiano Ronaldo perde com o Al Sadd

Ricardo João Lopes · 1 min

Al Nassr e Al Sadd
Foto: Al Nassr

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Al Nassr recebeu o Al Sadd durante esta segunda-feira e perdeu por duas bolas a uma em jogo da Champions Asiática.

O Al Nassr recebeu o Al Sadd durante esta segunda-feira e perdeu por duas bolas a uma em jogo da Champions Asiática.

O Al Nassr perdeu com o Al Sadd por 2-1, em jogo da sexta jornada da Champions Asiática. Akram Afif abriu o marcador na segunda parte, aos 53′, com os sauditas a empatarem o encontro aos 83′, por intermédio de um autogolo de Romain Saiss.

Já perto do apito final, Adam Ounas não desperdiçou uma grande penalidade, aos 90+9′, dando o triunfo ao conjunto do Catar. Com este triunfo, o Al Sadd passa a somar 12 pontos e está no quarto lugar do Grupo Oeste. Já o Al Nassr tem 13 pontos e ocupa a terceira posição.

Cristiano Ronaldo ficou fora da ficha de jogo, enquanto que Otávio foi suplente utilizado.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.