Publicidade

André Villas-Boas explica saída de Andoni Zubizarreta: «Decidimos eliminar a figura da direção desportiva fruto de ter uma pessoa que foi treinador»

Rodrigo Lima · 2 min

André Villas-Boas FC Porto
Foto: FC Porto

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

André Villas-Boas deu uma entrevista onde explicou a saída de Andoni Zubizarreta e a decisão de eliminar a figura de diretor desportivo.

André Villas-Boas concedeu uma entrevista ao podcast Primeiro Toque, onde falou sobre as diferenças na gestão desportiva entre o FC Porto de 2024/25 e o de 2025/26. O presidente dos dragões explicou a saída de Andoni Zubizarreta no início da última temporada e a decisão de eliminar a figura de diretor desportivo.

«Permite-me criar uma linha direta e única com o treinador, que era algo que não existia no FC Porto de 2024/25. O FC Porto de 2024/25 entregou as chaves da sua direção desportiva a mais uma pessoa, havia três pessoas no caminho de uma linha de decisão desportiva. O FC Porto de 2025/26 decidiu eliminar a figura da direção desportiva fruto de ter uma pessoa que foi treinador. Portanto, há uma relação direta treinador e presidente e uma linha muito mais fluida e onde as decisões são tomadas por estas duas pessoas em concordância com a gestão executiva, havendo uma linha direta muito mais esclarecida. E é esta aposta que vimos que este ano funcionou melhor e que queremos transportar no tempo».

Apesar da separação, o dirigente do FC Porto deixou elogios a Andoni Zubizarreta.

«Uma pessoa que nos deixou muitas marcas emocionais e humanas, mas optámos por seguir outro caminho».

André Villas-Boas abordou ainda aquela que considera ser a sua maior preocupação enquanto presidente do FC Porto.

«Emocionava-me mais enquanto treinador, agora é mais alívio. O meu maior propósito enquanto presidente é tornar os sócios felizes. Para o fazer, tenho de entregar títulos. Qualquer presidente do FC Porto tem a obrigação de ser campeão. Falhámos uma, entregámos outra e agora queremos ocupar um lugar que pertença à história do clube. Não queremos passar outra vez quatro anos sem ganhar títulos e queremos criar bases suficientes que nos sustentem no 1.º lugar durante muitos anos».

O dirigente de 48 anos falou também sobre o período de mercado de transferências e confessou que é um dos aspetos mais exigentes da função que desempenha.

«É uma área que me dá muitas rugas. Se há algo que já me deteriora a saúde e o aspeto físico são precisamente as transferências. Fora tudo o que é stress de jogos. O acentuar da velhice na alta competição é algo que não me orgulha nada, e as transferências são um dos problemas».

Rodrigo Lima

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.