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André Villas-Boas mostra-se feliz com o regresso de Samu Aghehowa e avisa adversários: «Tem uma fome de golo enorme»

Diogo Ribeiro · 1 min

Samu Aghehowa, FC Porto
Foto: FC Porto

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André Villas-Boas falou à margem da celebração dos 25 anos da Casa do FC Porto de Chaves. Presidente do clube abordou recuperação de Samu Aghehowa.

André Villas-Boas esteve presente no 25.º aniversário da Casa do FC Porto de Chaves. À margem da comemoração, o presidente do FC Porto falou de Samu Aghehowa, que regressou recentemente de lesão.

«Regresso de Samu? O Samu tem uma fome de golo enorme. Regressou mais cedo e com toda a sua motivação. Vimos a alegria com que celebrou a vitória no Cássico e o significado que isso teve para ele. Acho que uma lesão tão longa, tão prolongada e difícil para estes atletas é muito complexa, é complicada, e há muitas emoções negativas associadas à mesma. Foi um desafogar de alegria que todos presenciámos. Espero que a continuação da época seja ótima».

Lê todas as declarações de André Villas-Boas na ocasião.

Diogo Ribeiro

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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