Última horaBruno Pinheiro: «Demos uma boa resposta e fomos extremamente competitivos, deixa-me muito satisfeito»
Publicidade

António Oliveira faz balanço do percurso no Brasil e admite que gostava de voltar a uma equipa: «Digo-lhe de uma forma muito franca que um dia gostaria de regressar»

Mário Cagica Oliveira · 1 min

António Oliveira Corinthians
Foto: Corinthians SC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

António Oliveira fez um balanço do seu período no Brasil. O técnico português assumiu que gostava de voltar a treinar o Corinthians no futuro.

António Oliveira fez um balanço do seu período de cinco anos no Brasil. O técnico português garantiu que ambiciona regressar ao país, caso surja uma boa proposta:

«Pela minha trajetória, é evidente que o Brasil está no meu radar, mas não foi nada premeditado. As coisas foram acontecendo desde que cheguei ao Santos, em 2020 (como assistente). Hoje o futebol é global, e eu escolho projetos que tenham confiança no treinador, organização, responsabilidade e tempo para que as coisas aconteçam», afirmou ao Globo Esporte.

O técnico português garantiu que não se arrepende de ter rumado ao Sport e ao Remo

«Em nenhum momento me arrependo. Sabia dos riscos. Sempre entrei em projetos extremamente desafiantes. Fiz o melhor possível dentro dos recursos e do tempo. Mas sou um treinador de processo e sem estabilidade não há crescimento. Corinthians? Assumir o Corinthians foi uma das maiores responsabilidades do futebol brasileiro. O clube vivia um momento muito instável dentro e fora de campo. Jogámos organizados, competitivos, passamos todas as fases eliminatórias, fomos primeiros na Sul-Americana. Tem um grupo de adeptos fenomenal, fantástico, que aprendi a amar. Um grupo que carrega qualquer treinador, qualquer jogador para a frente, tenho respeito absoluto pelo clube, pelos jogadores e pelos adeptos. Dei tudo o que tinha todos os dias e digo-lhe de uma forma muito franca que um dia gostaria de regressar».

António Oliveira está sem clube nesta altura, depois de ter deixado o Remo no ano passado.

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.