Última horaJosé Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano
Publicidade

António Salvador: «Eu já sabia da capacidade do Ruben Amorim»

Diogo Ribeiro · 1 min

Rúben Amorim Sporting Ranking
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

António Salvador e Ruben Amorim trabalharam em conjunto no Braga. O presidente dos minhotos elogiou o treinador.

António Salvador e Ruben Amorim trabalharam em conjunto no Braga. O presidente dos minhotos elogiou o treinador.

Antes de rumar ao Sporting, onde fez história, Ruben Amorim orientou o Braga numa passagem curta, mas marcante e que contou com um título da Taça da Liga conquistada. António Salvador, presidente dos minhotos, falou do técnico à margem da apresentação da parceria com o hospital de Braga no projeto ‘Nascer Guerreiro’.

«Eu já sabia da capacidade do Ruben Amorim. Sabia que era um treinador único, especial e merece tudo o que lhe está a acontecer. Tenho orgulho em todos os treinadores que passaram pelo Braga e que hoje estão em grandes clubes europeus e mundiais. O Braga tem enfrentado mais dificuldades para manter profissionais aqui, mas esse é o nosso caminho e o trabalho que temos de fazer», referiu António Salvador que agradeceu os elogios ao técnico.

«Foi o reconhecimento do trabalho e do carinho que o Ruben sempre teve pelo Braga. Temos uma ótima relação, que começou quando ele era jogador. Sempre soube que ele tinha potencial para ser um grande treinador, e está a demonstrá-lo», garantiu ainda o presidente dos arsenalistas.

Ruben Amorim já está em Manchester onde vai assumir o comando técnico do Manchester United. A estreia do técnico português está agendada para o dia 24 de setembro, diante do Ipswich Town.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

Ricardo João Lopes · 5 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Quem é o rei da Andaluzia? É o Real Bétis. Ah, bem me parecia!

SEVILHA, ESPANHA- As últimas temporadas permitiram confirmar um novo paradigma no futebol espanhol. A Andaluzia, recheada de históricos por todas as suas províncias, acabou por ver o Real Bétis transformar-se na instituição mais forte da região. O designado de número 1. Há poucas missões mais difíceis que esta. Uma Comunidade Autónoma larga, com cidades com um espólio enorme, não é fácil de dominar. Para isso, os béticos lograram montar um projeto com vários prazos e uma figura central, beneficiando também do mau momento vivido por outras instituições. Ao pensarmos no futebol na Andaluzia, sem dúvida alguma que o Real Bétis é um dos primeiros emblemas que nos vêm à cabeça. No entanto, o Sevilha já foi o Rei da Europa League e é lembrado em primeiro lugar por muitos. Málaga, Granada, Cádiz, Almería, Real Jaén… as preferências dividem-se, como em tudo. Porém, o domínio estabelecido pela instituição do Benito Villamarín é inegável. Vivemos tempos em que o verde e brancos está na moda no sul de Espanha.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.