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Arsenal tropeça em festival de golos

Diogo Ribeiro · 3 min

Martinelli Arsenal
Foto: Arsenal FC

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Não há jogos Santos na Premier League e os saints comprovaram-no. 3-3 num jogo eletrizante que deixa o Arsenal à mercê do Manchester City na liderança da Premie League.

O jogo não podia ter começado de pior forma para o Arsenal. 30 segundos volvidos e Ramsdale entregou a bola de bandeja a Carlos Alcaraz que não hesitou em colocar a bola no fundo das redes.

A ter de correr atrás do resultado, o Arsenal voltou a sofrer. Nova desatenção do Arsenal com Partey fora de posição e Gabriel Magalhães a perder a referência do opositor. Aproveitaram Carlos Alcaraz, para voltar a brilhar com um grande passe e Walcott com uma ótima diagonal e um bom remate. Se o Arsenal falha, a lei do ex já não.

Zinchenko chamou todos os colegas, puxou pela equipa e o grito de revolta do ucraniano deu frutos pouco tempo depois. Martinelli partiu da esquerda para dentro e, sem receber, respondeu da melhor maneira ao cruzamento de Saka.

O Arsenal voltou a acreditar, mas o Southampton soube gerir o jogo, definindo bem os tempos de subir a pressão e de recuar num bloco baixo. Quando tudo pareceu desmoronar-se, apareceu Alcaraz em cima da linha.

Na segunda parte o Southampton guardou-se atrás e, já sem Fábio Vieira em campo, acabou por voltar a marcar. Ćaleta-Car na sequência de um canto marcou o 3-1.

Quando já todos achavam que o resultado estava definido, o Arsenal regressou ao jogo. Aos 88 minutos Martin Odegaard tabelou com Ben White e à entrada da área rematou em arco, reduzindo a partida. No primeiro minuto dos descontos, Saka transformou o Emirates numa panela de pressão pronta a explodir. Remate de Gabriel Jesus e o inglês a marcar na recarga.

Até ao fim Trossard rematou à trave, Nelson atirou a rasar o poste, mas o Arsenal não conseguiu a cambalhota no marcador. Sorri o Manchester City que fica a cinco pontos dos gunners com dois jogos a menos. Dia 26 defrontam-se naquele que é o jogo do título. Já o Southampton continua no último lugar.

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Diogo Ribeiro

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