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Artur Jorge a um passo de assinar pelo Al Rayyan por 2,6 milhões de euros

Ricardo João Lopes · 1 min

Artur Jorge Botafogo
Foto: Botafogo

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Artur Jorge prepara-se para ser o novo treinador do Al Rayyan. O técnico vai viver a sua primeira aventura no Médio Oriente.

Artur Jorge prepara-se para ser o novo treinador do Al Rayyan. O técnico vai viver a sua primeira aventura no Médio Oriente.

Artur Jorge está perto de ser confirmado como o novo técnico do Al Rayyan, de acordo com o jornal A Bola. As conversações com o Botafogo encontram-se numa fase muito adiantada e a turma do Catar vai cobrir a cláusula de rescisão do treinador luso: dois milhões e seiscentos mil euros.

O antigo jogador vai assinar um contrato válido por duas temporadas e meia com um salário bastante superior ao que auferia no Rio de Janeiro. O Al Rayyan encontra-se no oitavo lugar da Liga do Catar, com 13 pontos.

O primeiro encontro de Artur Jorge deverá ser frente ao Umm-Salal, jogo que está marcado para o dia 10 de janeiro. Younes Ali é o atual técnico do Al Rayyan.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

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