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Bayer Leverkusen quer contar com guarda-redes da Premier League e tem concorrência

Diogo Lagos Reis · 1 min

Bayer Leverkusen
Foto: Bayer Leverkusen

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O Bayern Leverkusen está interessado numa possível contratação de Mark Flekken ao Brentford. Há mais clubes na corrida pelo guarda-redes.

O Bayern Leverkusen está interessado numa possível contratação de Mark Flekken ao Brentford. Há mais clubes na corrida pelo guarda-redes.

O Bayer Leverkusen quer contar com Mark Flekken na próxima temporada e continua a ser um candidato concreto para a baliza dos alemães, garante o jornalista Florian Plettenberg. A mesma fonte refere que já houve mais conversações, porém que há equipas da Premier League que também entraram na corrida pelo guarda-redes do Brentford.

Florian Plettenberg garante que o Bayer Leverkusen gostaria de contratar Mark Flekken, mas não a qualquer preço. O guarda-redes neerlandês de 31 anos joga no Brentford desde a temporada passada e tem contrato válido com o clube até ao verão de 2027.

Já passou pelo Friburgo, por isso, caso seja transferido para o Leverkusen, seria um regresso à Bundesliga.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
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