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Benfica B vence Chaves com reviravolta e sobe ao pódio na Segunda Liga

Diogo Ribeiro · 1 min

João Rego Benfica B Chaves
Foto: GD Chaves

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O Benfica B foi a Chaves vencer os anfitriões na abertura da 24ª jornada da Segunda Liga. Topo da tabela em confonto.

O Benfica B foi a Chaves vencer os anfitriões na abertura da 24ª jornada da Segunda Liga. Topo da tabela em confonto.

Lutou-se na parte de cima da tabela da Segunda Liga esta noite, na abertura da 24ª jornada da Segunda Liga. Vitória do Benfica B após cinco jogos sem vencer – a primeira em 2025 – por 2-1 na deslocação ao terreno do Chaves.

Wellington Carvalho (9′) adiantou os flavienses no encontro num golo caricato, mas o Benfica B fechou a reviravolta com os golos de Joshua Wynder (50′) e de Gustavo Varela (74′).

Com este resultado o Benfica B sobe provisoriamente ao terceiro lugar da Segunda Liga com 39 pontos. O Chaves é quinto com 38.

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Diogo Ribeiro

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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