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Brasil goleia Haiti e ganha vantagem diante de Marrocos na luta pela liderança do Grupo C do Mundial 2026

Diogo Ribeiro · 1 min

Matheus Cunha Brasil 2
Foto: FIFA

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O Brasil venceu o Haiti na segunda jornada Mundial 2026. Canarinhos ganham vantagem contra Marrocos na luta pela liderança do Grupo C.

Depois do empate na estreia, o Brasil deu uma nova versão e venceu sem dificuldades o Haiti. Na segunda jornada da fase de grupos do Mundial 2026, vitória por 3-0.

A linha defensiva do Haiti subiu e o Escrete aproveitou. Matheus Cunha (24′ e 36′) e Vinícius Júnior (45+3′) marcou ainda antes do intervalo. Na segunda parte, o ritmo baixou e golos, só um de Endrick e em fora de jogo.

Nota de destaque e de preocupação para Carlo Ancelotti e a seleção brasileira. Raphinha (40′) saiu de campo lesionado, não sendo ainda conhecidos detalhes ou tempo de paragem estimado.

Mais cedo, Marrocos venceu a Escócia por 1-0. Significa esta conjugação de resultados que Marrocos e o Brasil entram em campo na última jornada com quatro pontos e vantagem brasileira pelo saldo de golos. A Escócia tem três pontos e, sem pontuar, o Haiti está eliminado do Mundial 2026.

Diogo Ribeiro

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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