Publicidade

Carlos Carvalhal responde ao Bola na Rede: «Tentámos condicionar o adversário, que eles puxassem mais jogadores para a zona de organização»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Carlos Carvalhal
Foto: Filipe Oliveira / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Carlos Carvalhal analisou a vitória do Braga frente ao Vitória SC, em jogo relativo aos quartos de final da Taça da Liga.

Carlos Carvalhal analisou a vitória do Braga frente ao Vitória SC, em jogo relativo aos quartos de final da Taça da Liga.

Carlos Carvalhal respondeu a uma pergunta do Bola na Rede, após o triunfo do Braga frente ao Vitória SC, por 2-1, em jogo da Taça da Liga.

Bola na Rede: O Vitória SC deu muita liberdade aos médios, sobretudo a João Mendes que encontrou várias zonas. Pergunto se isso é algo que influenciou a estratégia do Braga e se foi algo que procurou contrariar ao longo da partida?

Carlos Carvalhal: Não, sinceramente já estávamos à espera. O Vitória jogou muito dentro do que jogou aqui e tem jogado. Estávamos preparados para isso. Houve só uma pequena distração do Roger no golo, a ordem era o João Ferreira a apertar por dentro e o Roger tinha de proteger o corredor lateral. Houve uma desinscronização momentânea de segundos, mas sinceramente não. O Vitória SC tem um jogo muito bem construído, com jogadores de elevada qualidade. Às vezes tem necessidade de tirar jogadores da frente para trás para fazer esse mesmo controlo e depois obviamente faltam jogadores à frente. Tentámos condicionar o adversário, que eles puxassem mais jogadores para a zona de organização. Passou um pouco por aí a estratégia de jogo.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.