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Casemiro e o Brasil x Japão: «Foi um jogo emocionante, mas uma das chaves foi…»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Casemiro Brasil
Foto: FIFA

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Casemiro já reagiu à vitória do Brasil frente ao Japão. Médio marcou um dos golos e foi eleito o melhor jogador em campo.

Casemiro falou à imprensa após a vitória do Brasil frente ao Japão por 2-1 e consequente qualificação para os oitavos de final do Mundial 2026. O internacional brasileiro marcou o primeiro dos dois golos e foi eleito o melhor jogador em campo.

«Foi um jogo emocionante, mas uma das chaves [para a vitória] foi a calma que tivemos no momento de pressionar um adversário que estava com um bloco muito baixo. Tivemos tranquilidade e sabíamos que ia chegar o momento e conseguiríamos fazer os golos», começou por dizer Casemiro, que comentou o seu golo:

«É um turbilhão de emoções e emocionámo-nos na hora do golo. O Gabriel Magalhães tem todo o mérito por ter cruzado para o meu cabeceamento. Agora, quando se ganha, ganhamos todos. Quando se perde, perdemos todos. Temos de valorizar o grupo. O Gabriel Martinelli fez o golo da vitória, o Endrick também entrou e o Rayan está a substituir o Raphinha. Esse é o espírito e o caminho para se conquistar o Mundial».

Casemiro foi ainda questionado sobre os oitavos de final e disse o seguinte:

«Oitavos de final? Primeiro, temos de desfrutar e descansar. Depois, vamos pensar no que vem aí. Ainda nos faltam quatro finais».

Diogo Lagos Reis

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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