Publicidade

Corrida contra o tempo no Olival: Martim Fernandes e Oskar Pietuszewski aceleram para a Supertaça

Manuel Nascimento · 1 min

Martim Fernandes FC Porto
Foto: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Martim Fernandes e Oskar Pietuszewski estão mais perto de recuperarem das suas lesões e marcarem presença no primeiro jogo oficial do FC Porto.

O FC Porto está a preparar o jogo da Supertaça frente ao Torreense, que se disputa no próximo sábado, em Coimbra. A poucos dias da final, Francesco Farioli recebeu boas notícias: Martim Fernandes e Oskar Pietuszewski estão a recuperar bem das suas lesões. A equipa técnica acredita que a dupla ainda pode ser opção para este primeiro grande teste da época.

A evolução dos dois jogadores tem sido bastante positiva, segundo o último boletim clínico do clube. Martim Fernandes deu um passo importante ao realizar trabalho condicionado já no relvado do Olival. Por sua vez, o jovem polaco Pietuszewski passou a manhã de domingo a dividir o seu tempo entre os tratamentos habituais e o trabalho de ginásio.

Apesar destas melhorias, Farioli já sabe que tem quatro baixas confirmadas para o jogo em Coimbra. Vasco Sousa, Samu, João Teixeira e André Miranda continuam entregues ao departamento médico e estão totalmente fora das opções para a Supertaça.

Manuel Nascimento

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a tática explica tudo e, mesmo assim, passa para 2.º plano | Torreense

Não é que a tática não seja importante. Ela é, aliás, crucial para entender o jogo e o seu caminho. Ainda assim, depois de dois golos dos descontos e de uma nova vitória - a primeira em casa - do Torreense, qualquer pensamento, qualquer sentimento, qualquer nota sobre o jogo tende a lembrar a magia de, não um, mas dois golos anotados nos descontos para mudar completamente o resultado e o apelo de um clube a uma prova. Só a tática, na forma como o Torreense se organizou 11x10, 10x11 e 10x10, explica uma vitória construída com base em pensamento, em estrutura e em alterações constantes, num dinamismo tal que precisa de múltiplos cantos para escrever uma epopeia. Mas também só a emoção ou, pelo menos, a capacidade de a exteriorizar, explica a forma como, quando todos já poderiam deitar a toalha ao chão, um clube da Segunda Liga se consegue superiorizar na Europa e, depois de sofrer uma reviravolta, responder na mesma moeda, depois de, em casa, perder pontos nos descontos, recuperá-los e triplicá-los. 

Diogo Ribeiro · 9 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.