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Críquete: Nova Zelândia vence Paquistão e amplia vantagem na série de Twenty20 International

Ricardo João Lopes · 1 min

Nova Zelândia jogador
Foto: Blackcaps

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A Nova Zelândia bateu o Paquistão por cinco wickets, num encontro realizado em Dunelin, cidade do país da Oceânia.

A Nova Zelândia bateu o Paquistão por cinco wickets, num encontro realizado em Dunelin, cidade do país da Oceânia.

A Nova Zelândia venceu o Paquistão em críquete por cinco wickets (eliminação de um batedor) no segundo Twenty20 International da série, realizado em Dunedin, e ampliou a vantagem para 2-0. O jogo, reduzido para 15 overs por equipa devido à chuva, contou com os neozelandeses a dominarem em ambas as fases.

O Paquistão, após perder wickets no começo, contou com Salman Agha (46 em 28 bolas) e contribuições de Shadab Khan (26) e Shaheen Afridi (22) para alcançar 135/9. Na resposta, a Nova Zelândia começou forte com Tim Seifert (45 em 22) e Finn Allen (38 em 16), garantindo a vitória com 11 bolas restantes. Seifert foi eleito o melhor em campo.

A Nova Zelândia pode fechar a série no próximo jogo, mantendo o seu domínio sobre o Paquistão.

Ricardo João Lopes

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2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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