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Cruzeiro de Artur Jorge perde nos descontos na receção à Universidad Católica e sofre 1ª derrota nesta edição da Taça Libertadores

Diogo Ribeiro · 1 min

Jimmy Martínez Universidad Católica
Foto: Universidad Católica

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A Universidad Católica foi ao Brasil vencer o Cruzeiro de Artur Jorge. Encontro da segunda jornada da fase de grupos da Taça Libertadores.

A Universidad Católica derrotou o Cruzeiro de Artur Jorge na segunda jornada da fase de grupos da Taça Libertadores. Em solo brasileiro, triunfo do conjunto chileno por 2-1.

Justo Giani (29′) adiantou os visitantes na partida, mas Matheus Pereira (60′), de grande penalidade, empatou o encontro. Quando todos pensavam que o jogo estava prestes do fim, Jimmy Martínez (90+4′) mandou um balde de água fria para o conjunto liderado pelo treinador português.

Primeira vitória da Universidad Católica nesta edição da Taça Libertadores. Com este resultado, chilenos e brasileiros somam três pontos no Grupo D da prova, em segundo e terceiro lugar, atrás do líder Boca Juniors, próximo adversário do Cruzeiro na prova. O jogo, recorde-se, seguiu-se à renovação de contrato de Artur Jorge com o clube.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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