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Custa 73 milhões, jogou pelo Wolves de Vítor Pereira contra o Manchester United e é o alvo de Ruben Amorim para reforçar o ataque

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Rúben Amorim
Foto: Ana Beles / Bola na Rede

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Está definido o grande alvo do Manchester United para a frente de ataque. Ruben Amorim quer Matheus Cunha, do Wolverhampton.

Está definido o grande alvo do Manchester United para a frente de ataque. Ruben Amorim quer Matheus Cunha, do Wolverhampton.

Ruben Amorim quer Matheus Cunha no Manchester United. Segundo o Daily Mail, o avançado internacional brasileiro do Wolverhampton é o pedido do técnico português para reforçar a frente de ataque dos red devils. A notícia surge pouco tempo depois dos elogios de Ruben Amorim ao avançado.

O Manchester United terá de desembolsar cerca de 73 milhões de euros para contratar Matheus Cunha, sendo esse o valor correspondente ao da cláusula de rescisão do avançado brasileiro de 25 anos.

Nesta temporada, Matheus Cunha soma 16 golos em 31 jogos pelo Wolverhampton de Vítor Pereira. O avançado brasileiro foi titular no recente triunfo dos wolves frente ao Manchester United de Ruben Amorim.

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
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