Publicidade

Davide Frattesi marcou o golo que levou o Inter Milão para a final da Champions League: «Se não marcar, estou f*****»

Diogo Ribeiro · 1 min

Davide Frattesi Inter Milão
Foto: Inter Milão

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Davide Frattesi marcou o golo da vitória do Inter Milão sobre o Barcelona. Médio apurou nerazzurri para a final da Champions League.

Davide Frattesi marcou o golo da vitória do Inter Milão sobre o Barcelona. Médio apurou nerazzurri para a final da Champions League.

Davide Frattesi foi o autor, já no prolongamento, do golo da vitória do Inter Milão diante do Barcelona (4-3). Envolvido na conversa do painel da CBS Sports Golazo, e após pergunta de Thierry Henry, o médio falou do golo e do que pensou antes do remate.

«Não sei, talvez estivesse a pensar “Se não marcar, estou f*****”», garantiu Davide Frattesi. Recorda outras palavras do médio transalpino sobre o golo decisivo, onde confessou ter ficado com dores de cabeça depois de tanto gritar.

Vê AQUI todos os lances de destaque do encontro, incluindo o golo do médio italiano.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.