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De Cristiano Ronaldo a Jorge Jesus e Jorge Mendes: Eis os vencedores nos Globe Soccer Awards

Diogo Lagos Reis · 1 min

Cristiano Ronaldo Globe Soccer Awards
Foto: Al Nassr FC

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A 15.ª edição dos Globe Soccer Awards está a decorrer esta sexta-feira no Dubai. Eis os vencedores dos prémios.

A 15.ª edição dos Globe Soccer Awards está a decorrer esta sexta-feira no Dubai. Eis os vencedores dos prémios.

Está agora a decorrer a 15.ª edição dos Globe Soccer Awards. Cristiano Ronaldo, Jorge Jesus e Jorge Mendes já conquistaram prémios na gala.

Eis todos os vencedores:

  • Melhor jogador: Vinícius Júnior
  • Melhor jogador no Médio Oriente: Cristiano Ronaldo
  • Melhor marcador de todos os tempos: Cristiano Ronaldo
  • Melhor treinador no Médio Oriente: Jorge Jesus
  • Melhor agente: Jorge Mendes
  • Melhor diretor desportivo: Piero Ausilio (Inter Milão; Hugo Viana e Luís Campos ultrapassados)
  • Prémio Carreira: Alessandro Del Piero
  • Prémio Jogador Carreira: Thibaut Courtois, Rio Ferdinand e Neymar
  • Prémio Clube Revelação: Olympiacos
  • Melhor clube do Médio Oriente: Al-Ain
  • Melhor clube: Real Madrid
  • Melhor presidente: Florentino Pérez
  • Melhor treinador: Carlo Ancelotti
  • Melhor clube feminino: Barcelona
  • Melhor jogadora: Aitana Bonmatí 
  • Melhor avançado: Vinícius Júnior
  • Melhor médio e Prémio Maradona: Jude Bellingham
  • Melhor talento emergente: Lamine Yamal

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Diogo Lagos Reis

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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