Publicidade

Diogo Abreu sai do Sporting: «Saio com o sentimento que podia ter feito mais e melhor»

Ricardo João Lopes · 1 min

Diogo Abreu Sporting
Foto: Ana Beles/Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Diogo Abreu confirmou nas suas redes sociais que a sua etapa no Sporting terminou. O médio passa a estar livre no mercado.

Diogo Abreu confirmou nas suas redes sociais que a sua etapa no Sporting terminou. O médio passa a estar livre no mercado.

Diogo Abreu anunciou a sua saída do Sporting através de um comunicado nas redes sociais. O médio admitiu que sai com o sentimento de que o seu desempenho poderia ter sido superior:

«Obrigado Sporting Clube de Portugal. Chegou a hora de dizer adeus a esta instituição que sempre me acolheu da melhor maneira! Agradecer a toda a estrutura pela oportunidade de representar este clube! Saio com o sentimento que podia ter feito mais e melhor, mas o futebol é mesmo assim. Obrigado aos adeptos pelo carinho que sempre me deram. Um dia leão, sempre leão».

O jogador está com 22 anos e chegou a Alvalade proveniente do FC Porto. Diogo Abreu foi aposta maioritariamente na equipa B, mas em 2024/25 somava apenas um encontro. Diogo Abreu vai juntar-se ao Lokomotiv Plovdiv.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.