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Dirigente do AC Milan confirma 2 renovações e abre porta a venda de peso em janeiro: «Não nos podemos dar ao luxo de perder jogadores a custo zero»

Diogo Ribeiro · 1 min

Sérgio Conceição AC Milan
Foto: AC Milan

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O AC Milan está a trabalhar na construção do plantel para a próxima temporada. Geoffrey Moncada abordou a situação de três jogadores.

O AC Milan está a trabalhar na construção do plantel para a próxima temporada. Geoffrey Moncada abordou a situação de três jogadores.

O AC Milan já se encontra, nos bastidores, a trabalhar no plantel da próxima temporada. Geoffrey Moncada, diretor técnico do clube, confirmou a iminência na renovação de Christian Pulisic e Tijjani Reijnders… e um caso bicudo em Theo Hernández.

«Sim, estamos a fechar novos contratos para o Christian Pulisic e o Tijjani Reijnders. Theo Hernández? Não nos podemos dar ao luxo de perder jogadores a custo zero», destacou o diretor técnico do AC Milan em declarações citadas por Fabrizio Romano.

A situação mais problemática é, portanto, a de Theo Hernández. O lateral termina contrato em 2026 o que significa que ou renova contrato ou será vendido num verão que pode ser de revolução para os lados do clube.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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