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Eis a lista atualizada dos vencedores da Champions League

Ricardo João Lopes · 1 min

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Foto: Pedro Barrelas / Bola na Rede

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O PSG sagrou-se durante a noite deste sábado o mais recente vencedor da Champions League, depois de bater o Inter Milão.

O PSG juntou-se ao lote restrito de equipas que já venceu a Champions League. O conjunto francês conquistou o título pela primeira vez em 2025, depois de ter goleado o Inter Milão por 5-0.

O conjunto de Paris passa a ser a segunda equipa gaulesa a contar com pelo menos uma Champions League no seu museu, juntando.se ao Marselha. Eis a lista completa de vencedores:

Real Madrid – 15 títulos (1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1966, 1998, 2000, 2002, 2014, 2016, 2017, 2018, 2022, 2024)

AC Milan – 7 títulos (1963, 1969, 1989, 1990, 1994, 2003, 2007)

Liverpool – 6 títulos (1977, 1978, 1981, 1984, 2005, 2019)

Bayern de Munique – 6 títulos (1974, 1975, 1976, 2001, 2013, 2020)

Barcelona – 5 títulos (1992, 2006, 2009, 2011, 2015)

Ajax – 4 títulos (1971, 1972, 1973, 1995)

Manchester United – 3 títulos (1968, 1999, 2008)

Inter de Milão – 3 títulos (1964, 1965, 2010)

Chelsea – 2 títulos (2012, 2021)

Benfica – 2 títulos (1961, 1962)

Nottingham Forest – 2 títulos (1979, 1980)

Juventus – 2 títulos (1985, 1996)

Porto – 2 títulos (1987, 2004)

Celtic – 1 título (1967)

Feyenoord – 1 título (1970)

Aston Villa – 1 título (1982)

Hamburgo – 1 título (1983)

Steaua Bucareste – 1 título (1986)

PSV Eindhoven – 1 título (1988)

Estrela Vermelha – 1 título (1991)

Marselha – 1 título (1993)

Borussia Dortmund – 1 título (1997)

Manchester City – 1 título (2023)

PSG – 1 título (2025)

João Neves PSG Jogadores
Fonte: Paris Saint-Germain FC
Ricardo João Lopes

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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