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Uma empresa do Catar está a negociar uma oferta entre os 30 e 35 milhões de euros no sentido de evitar o processo de encerramento do Boavista.
Conhecida no ramo da energia, a empresa catari JTA International Investment Holding, que, como o semanário Sol noticiou na última quinta-feira, pretende auxiliar o Boavista no pagamento da dívida, planeia uma proposta de 30 a 35 milhões de euros.
Sem interesse em comprar o Estádio do Bessa ou outros ativos do clube, os cataris pretendem evitar o processo de encerramento do clube, sentenciado para o final do mês de outubro. Garrido Pereira, presidente do Boavista, está a acompanhar de perto o processo, apesar da cautela nas declarações:
«Apenas posso dizer que a Direção do Boavista está a acompanhar esta situação e as negociações estão a ser acertadas entre o investidor e os credores».
Clarisse Barros, administradora de insolvência do clube, numa missiva enviada à Lusa, criticou a postura de Garrido Pereira relativamente ao caso judicial:
«A situação do clube é demasiado séria para que a comunicação institucional se transforme num instrumento de transferência de responsabilidades ou de construção de narrativas que não correspondem à realidade dos factos, o que, de todo, não tolero».









