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Equipas da Primeira Liga estão a acompanhar jogador do quatro escalão do futebol espanhol

Ricardo João Lopes · 1 min

Jogadores do Rayo Majadahonda
Foto: CF Rayo Majadahonda

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Pablo Pascual é um nome que interessa a algumas equipas da Primeira Liga. O jogador representa o Rayo Majadahonda.

Pablo Pascual é um nome que interessa a algumas equipas da Primeira Liga. O jogador representa o Rayo Majadahonda.

De acordo com o Diario As, Pablo Pascual é um nome que interessa a equipas da Primeira Liga, que se encontram analisar a evolução do jovem jogador. A mesma fonte indica que há turmas da La Liga e da Serie A a acompanharem as exibições da promessa.

Pablo Pascual pertence aos quadros do Rayo Majadahonda, da Segunda RFEF (o quarto escalão do futebol espanhol) e na presente temporada leva 19 encontros, com um golo marcado. O médio tem apenas 18 anos e é uma pela fundamental para Jesús Arribas.

O médio tem um contrato válido até ao verão de 2026. Pablo Pascual já passou pelas formações do Real Madrid e do Espanyol.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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