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Ex-Arsenal aborda condições em Bodo antes do Sporting entrar em campo: «Faz um frio dos diabos. É aborrecido, cinzento, escuro»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Nikita Haikin Bodo Glimt Jogadores
Foto: Bodo/Glimt

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Nicklas Bendtner falou sobre a sua experiência no Aspmyra Stadion, casa do Bodo/Glimt. Equipa norueguesa recebe o Sporting.

Nicklas Bendtner não tem as melhores memórias relativamente ao Aspmyra Stadion, estádio do Bodo/Glimt. Esta quarta-feira, o Sporting joga na casa do emblema da Noruega em jogo relativo para a primeira mão dos oitavos de final da Champions League, com duelo a começar às 20h00.

«Faz um frio dos diabos. É aborrecido. É cinzento. É escuro», referiu Nicklas Bendtner em declarações no podcast Stolpe Ind, que, além disso, também deixou críticas ao balneário: «O balneário é rídiculo».

«De repente, jogadores que ganham entre 250 000 e 700 000 euros por semana veem-se ali sentados a olhar uns para os outros enquanto pensam: ‘Espero que tenhas um bom dia, porque eu não estou a ter. Não estou mesmo para isto’», referiu ainda Nicklas Bendtner, antigo avançado que passou por clubes como o Arsenal e a Juventus.

Diogo Lagos Reis

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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