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Exclusivo Bola na Rede: «Iván Fresneda pode vir a ser um jogador de muito futuro, tanto em Espanha como na Europa»

Ricardo João Lopes · 1 min

Iván Fresenda Sporting
Foto: Duarte Rêgo/Bola na Rede

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Pablo Fuentenebro, jornalista do Diario As, deixou elogios a Iván Fresneda, lateral direito que pertence ao Sporting.

Pablo Fuentenebro, chefe da secção de Futebol Internacional do Diario As, esteve à conversa com o Bola na Rede. O espanhol deixou elogios a Iván Fresneda, lateral direito do Sporting, afirmando que o atleta pode chegar a outro nível:

«Iván Fresneda tem uma vantagem: conhece perfeitamente o que é a seleção espanhola. É utilizado nos Sub-21. Isso é muito apreciado por Luis de la Fuente. As laterais em Espanha vivem fases distintas. À esquerda, temos a Marc Cucurella e a Alejandro Grimaldo. Já pela direita, desde a saída de Dani Carvajal e da retirada de Marcos Llorente, passou a existir uma vaga, que pode ser coberta por vários atletas. A lesão de Pedro Porro levou a que Iván Fresneda fosse promovido. Ele tem nível, já mostrou ter qualidade. Acho que não será a primeira vez que jogará por Espanha. No Sporting está a jogar em alto nível. Iván Fresneda pode dar o salto a outra liga de um patamar distinto. Pode vir a ser um jogador de muito futuro, tanto em Espanha como na Europa».

Podes ler a entrevista completa.

Ricardo João Lopes

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

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