Última horaEM DIRETO: Francesco Farioli e Pablo Rosario lançam o duelo da Champions League entre FC Porto e PSV
Publicidade

Filipe Coelho e Vasco Botelho da Costa analisam o jogo entre Casa Pia e Moreirense: «Não há vitórias morais, mas hoje dominámos»

Vasco Pereira Lopes · 2 min

Vasco Botelho da Costa
Foto: Paulo Ladeira/Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Filipe Coelho e Vasco Botelho da Costa analisaram vitória do Moreirense frente ao Casa Pia, por 1-0, na 4.ª jornada da Primeira Liga.

O Moreirense venceu, este domingo, o Casa Pia por 1-0, num jogo a contar para a quarta jornada da Primeira Liga. No final do encontro, Filipe Coelho mostrou-se satisfeito com o desempenho da equipa apesar da derrota, enquanto Vasco Botelho da Costa destacou a capacidade do Moreirense para garantir o triunfo, embora tenha admitido que o empate poderia ter sido o resultado mais justo.

Filipe Coelho considerou que o Casa Pia dominou por completo o encontro e destacou o crescimento da equipa, apesar do início de campeonato sem pontos. O treinador acredita que as exibições demonstradas até ao momento são um sinal de que a formação de Rio Maior está no caminho certo:

«Estou muito satisfeito com o desempenho da equipa. Não há vitórias morais, mas hoje dominámos o Moreirense por completo. Sinto que a equipa está a crescer bastante, é óbvio que os resultados são o que são e vamos precisar de pontos, vamos precisar de crescer com pontos e com golos, mas sentimos todos, a equipa técnica, os jogadores, toda a gente sente que estamos no caminho certo e o desempenho de hoje fala por si».

O técnico do Casa Pia assumiu, ainda assim, a tristeza pelo resultado e reconheceu que a equipa ainda tem aspetos para melhorar, mas garantiu que o crescimento está a acontecer e que os golos e os pontos acabarão por surgir:

«Estou feliz pelo desempenho e muito triste pelo resultado, obviamente. É verdade que hoje olham para nós com zero pontos, com zero golos marcados e parece que somos os coitadinhos e que ainda falta muito para crescer. É verdade que falta muito para crescer, mas esse crescimento está à vista e, mais cedo ou mais tarde, o golo vai acontecer e os pontos vão aparecer».

Vasco Botelho da Costa, por sua vez, começou por destacar o momento que decidiu a partida e mostrou-se satisfeito por o golo ter permitido ao Moreirense conquistar os três pontos:

«Felizes todos nós que pudemos testemunhar um dos melhores golos das nossas vidas ao vivo, porque nós gostamos de futebol. Muito feliz por ter sido o golo que nos deu a vitória».

O treinador do Moreirense admitiu ainda que o empate pudesse ter sido um resultado mais justo, mas salientou a competência demonstrada pela equipa em vários momentos do encontro, nomeadamente nas transições ofensivas e na capacidade para manter a baliza inviolada:

«Arrisco-me a dizer que talvez o empate pudesse ter sido um pouco mais justo, porque não fomos competentes em todos os momentos do jogo. Acho que fomos muito competentes no momento de organização ofensiva e no momento de transição ofensiva, o chamado contra-ataque. Tivemos boas situações para conseguir fazer golos e aproximações bastante perigosas, mas com bola nunca fomos a equipa que gostamos e queremos ser». 

«Mas, também não consigo dizer que é injusto a 100%, porque fomos muito competentes em muitas coisas e conseguimos acabar este jogo com a baliza a zero. É muito importante para nós fazer os 35 pontos o mais rapidamente que conseguirmos».

Filipe Coelho Casa Pia
Fonte: Pedro Figueira / Bola na Rede
Vasco Pereira Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Luuk de Jong | O que poderia ter sido no Dragão sem lesões

A passagem de Luuk de Jong pelo FC Porto deixa uma sensação de que poderia ter sido muito mais marcante se as lesões não tivessem surgido pelo caminho. Apesar das dificuldades físicas que enfrentou, o avançado neerlandês demonstrou qualidades que justificavam a confiança depositada nele e que faziam acreditar num contributo importante para a equipa azul e branca. Luuk de Jong é um ponta de lança com características muito próprias. A sua capacidade de jogar de costas para a baliza, a força no jogo aéreo, o sentido de posicionamento e a eficácia na finalização fazem dele um avançado capaz de resolver jogos e oferecer soluções diferentes no ataque. Num clube como o FC Porto, habituado a lutar por títulos e a competir ao mais alto nível, estas qualidades poderiam ter sido fundamentais, sobretudo nos momentos em que a equipa precisava de alguém capaz de transformar cruzamentos e oportunidades em golos.

Miguel Costa · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.