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Final de Basquetebol: Benfica vence FC Porto no Jogo 1

Diogo Lagos Reis · 1 min

Final de Basquetebol: Benfica vence FC Porto no Jogo 1
Foto: Benfica

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O Benfica venceu este domingo o FC Porto por 95-94 no arranque da final da Liga de Basquetebol. Águias ganham vantagem,

O Benfica está na frente da final da Liga de Basquetebol, após bater o FC Porto por 95-94 no Jogo 1, uma partida disputada no Pavilhão Fidelidade. A série é decidida à melhor de cinco jogos. As águias partem assim em vantagem, ao derrotar os dragões pela margem mínima.

Neste momento, o Benfica é tricampeão em título e procuram conquistar o 31.º campeonato. Já o FC Porto, que conquistou esta época a Supertaça e a Taça de Portugal, pretende ganhar o seu 13.º campeonato.

Os dragões não ganham desde 2016.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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