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Franclim Carvalho reagiu à primeira derrota no comando do Braga. Minhotos foram batidos por 1-0 no terreno do CD Nacional.
Na nona jornada da Primeira Liga, o Braga foi derrotado por 1-0 em casa do CD Nacional, somando o terceiro desaire consecutivo na competição. Em conferência de imprensa, Franclim Carvalho lamentou a falta de «constância» dos gverreiros:
«Um jogo amargo para nós. Apresentámos uma cara diferente, que não é a nossa e não pode ser a nossa. Esta camisola e este símbolo requerem muita responsabilidade e, acima de tudo, outra atitude que nós não tivemos e que vamos ter de passar a ter, obviamente, com muito mais constância daqui para a frente».
O técnico apontou também para a falta de urgência no último terço:
«Faltou penetrar no último terço defensivo do Nacional. Temos que ter muito mais agressividade quando temos a bola, outra mobilidade e temos de ser mais incisivos. Tivemos muita posse de bola, muito perto da área do adversário, também consentido pelo Nacional, mas não fomos incisivos. Isso refletiu-se em dois ou três remates à baliza e zero golos. Faltou muito mais agressividade no último terço, porque estávamos lá instalados mas temos de produzir muito mais ofensivamente».
Franclim Carvalho afirmou que o facto de o Braga ter jogado na passada quinta-feira para a Conference League não pode servir de desculpa:
«Nós jogamos duas vezes por semana e nunca pode servir desculpa. Eu já falei disto: temos todas as condições no clube para recuperar, para otimizar o jogador, para ter rendimento e temos que chegar aqui e ter outra postura e outra atitude».
Por fim, o novo treinador dos arsenalistas reforçou:
«Nós não tivemos assim nenhuma clara oportunidade de golo. Temos a situação da bola que vai ao poste e depois, no seguimento da jogada, o Víctor (Goméz) tem o lance controlado e pode criar mais perigo. O adversário tem a situação do golo, que é um remate de fora da área e depois tem outra transição aqui no final. Portanto, nós tivemos muito volume, mas fomos muito pouco audazes, muito pouco ‘esfomeados’ no último terço, que temos que ser muito mais, obviamente. E vamos ser, tenho a certeza disso».













