Gus Poyet relembra despedimento de José Mourinho no Tottenham: «Foi contratado para ganhar um troféu e foi despedido antes de uma final»

- Advertisement -

Gus Poyet, antigo jogador e adjunto no Tottenham, refletiu sobre a situação atual do clube, utilizando o despedimento de José Mourinho como exemplo da disfuncionalidade.

Gus Poyet, que representou o Tottenham como jogador e, mais tarde, como treinador-adjunto, refletiu sobre a situação atual dos spurs e utilizou o despedimento de José Mourinho como exemplo da disfuncionalidade. Em declarações ao Football London, o uruguaio começou por não se mostrar surpreendido pelo facto de o clube estar a lutar pela manutenção na Premier League:

«Isto não é um acidente, o Tottenham terminou em 17.º na época passada e hoje está em 17.º».

Questionado sobre a possibilidade do antigo presidente Daniel Levy ter reagido melhor às adversidades recentes se ainda estivesse no clube, Gus Poyet duvidou e usou o exemplo do atual técnico do Benfica:

«É difícil saber, porque o Daniel era sempre, sempre — e quero mesmo dizer sempre — imprevisível. (…) Despediu Mourinho uma semana antes da final, sendo que a ideia de contratar Mourinho era ganhar um troféu. Então, o que posso dizer? Ele era um presidente muito imprevisível. Fomos despedidos na noite anterior a um jogo, quando estávamos no hotel. (…) O Tottenham jogava no domingo em casa, fomos para o hotel pernoitar com todo o plantel. Eu, o Juande Ramos e o Marcos Alvarez fomos despedidos às 22 horas. Mais imprevisível do que isto? Nem sequer havia rumores. (…) Estive grande parte do dia à espera no meu quarto e recebi um telefonema a dizer para descer. Desci e fomos despedidos. Saímos do hotel com a bagagem e apanhámos um táxi para casa».

De seguida, passou para outra ilustração desta imprevisibilidade com a transferência do antigo avançado Dimitar Berbatov:

«O Berbatov acabou por sair, mas não jogou connosco em agosto, não conseguimos ganhar um jogo e depois fomos despedidos. Que parte da culpa foi essa? Não sei, não vou culpar ninguém, mas não ajudou».

Contudo, referiu que vê a saída de Daniel Levy como algo perfeitamente calculado:

«Ele é muito inteligente em sair na altura certa. Talvez tenha previsto o que aí vinha. (…) Este tipo de pessoas ao mais alto nível, acho que sabem qual é o momento certo para sair. Não ficam quando tudo está a desmoronar-se. Saem mesmo a tempo, e isso é uma qualidade, porque ele saiu no pior ano do Tottenham na Premier League em muito tempo, em 17.º, mas conquistou um troféu. Saiu como um vencedor».

Subscreve!

Artigos Populares

Valadares Gaia vence o Rio Ave e soma a primeira vitória da temporada

Valadares Gaia venceu o Rio Ave por 1-0 na terceira jornada da Primeira Liga Feminina e soma os primeiros pontos na temporada.

Imprensa alemã revela que Tomás Araújo está nos planos do Bayern Munique: Eis os detalhes

O jornal Bild avança que o Bayern Munique pode avançar por Tomás Araújo, caso acerte a venda de Hiroki Ito ou Kim Min-jae.

Imprensa italiana aponta para a titularidade de Issa Doumbia no Turquia x Itália

A Gazzetta dello Sport escreve que Issa Doumbia é um dos candidatos à titularidade no meio-campo de Itália para o duelo com a Turquia.

Oskar Pietuszewski chamado pela Polónia após lesão de Jakub Kaminski

Os problemas físicos de Jakub Kaminski levaram o selecionador da Polónia a reforçar a convocatória com o extremo do FC Porto, Oskar Pietuszewski.

PUB

Mais Artigos Populares

Reforço inesperado: Ator José Condessa confirma contrato com a equipa B de futsal do Benfica

O ator José Condessa surpreendeu o mundo do desporto ao revelar que vai alinhar pela equipa B de futsal do Benfica.

Vitória SC vence Chaves em jogo particular

Esta sexta-feria, o Vitória SC foi até Trás-os-Montes vencer o Chaves pela margem mínima em jogo particular.

Rui Pedro Brás e o desentendimento com João Félix: «Estava toda a gente de cabeça quente»

Rui Pedro Braz relembrou o desentendimento com João Félix, abordou a experiência no Al Ahli e refletiu sobre o futuro de Cristiano Ronaldo.