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Gustavo Quinteros despedido pelo Grémio

Serafim Alves · 1 min

Gustavo Quinteros Gremio
Foto: Grémio Foot-Ball Portoalegrense

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O Grêmio anunciou a saída do treinador Gustavo Quinteros do comando do tricolor gaúcho. O treinador não resistiu à sequência de maus resultados.

O Grêmio anunciou a saída do treinador Gustavo Quinteros do comando do tricolor gaúcho. O treinador não resistiu à sequência de maus resultados.

O Grémio, através do seu presidente, Alberto Guerra, anunciou a saída de Gustavo Quinteros do comando da equipa gaúcha após a derrota esmagadora diante do Mirassol por 4-1 na noite da passada quarta-feira. O treinador não resistiu aos maus resultados e ao desempenho aquém do esperado da equipa.

Ao serviço do tricolor gaúcho, o técnico boliviano teve oito vitórias, cinco empates e outras tantas derrotas.

O técnico de 60 anos deixa o Grémio em 17º lugar do Brasileirão, no 2.º lugar do grupo D da Taça Sul-Americana, além de ter sido vice-campeão gaúcho, perdendo na final frente ao seu maior rival, o Internacional de Porto Alegre.


Serafim Alves

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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