Publicidade

Hansi Flick reage à goleada sofrida do Barcelona: «Não estou zangado»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Barcelona em conversações com jogador
Foto: FC Barcelona

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Barcelona perdeu fora de casa com o Sevilha por 4-1 na La Liga. Hansi Flick analisou a derrota e revelou conversa com os jogadores.

Hansi Flick fez o rescaldo à goleada sofrida pelo Barcelona na La Liga. Num jogo em que os blaugrana perderam 4-1 com o Sevilha, o técnico alemão assumiu que a primeira parte não foi a melhor, porém diz não estar «zangado» e elogiou a reação na segunda parte:

«A primeira parte não foi boa para nós, eles foram muito agressivos nos duelos individuais. Não tivemos soluções, o que não é bom. Mas não estou zangado. Sofremos dois golos na primeira parte, no entanto, aprecio a reação da equipa na segunda parte, e foi isso que lhes disse».

«Tivemos a oportunidade de empatar, mas no final… disse isto aos jogadores – eles têm de lutar por tudo: La Liga, Supertaça, Taça, Liga dos Campeões. Tivemos oportunidades de marcar novamente, mesmo depois do penálti falhado, tivemos mais uma ou duas chances. No final, trata-se de continuar a procurar o golo e, embora o resultado não tenha sido bom, a reação na segunda parte foi positiva. Temos de analisar o que aconteceu na primeira parte», acrescentou Hansi Flick.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a tática explica tudo e, mesmo assim, passa para 2.º plano | Torreense

Não é que a tática não seja importante. Ela é, aliás, crucial para entender o jogo e o seu caminho. Ainda assim, depois de dois golos dos descontos e de uma nova vitória - a primeira em casa - do Torreense, qualquer pensamento, qualquer sentimento, qualquer nota sobre o jogo tende a lembrar a magia de, não um, mas dois golos anotados nos descontos para mudar completamente o resultado e o apelo de um clube a uma prova. Só a tática, na forma como o Torreense se organizou 11x10, 10x11 e 10x10, explica uma vitória construída com base em pensamento, em estrutura e em alterações constantes, num dinamismo tal que precisa de múltiplos cantos para escrever uma epopeia. Mas também só a emoção ou, pelo menos, a capacidade de a exteriorizar, explica a forma como, quando todos já poderiam deitar a toalha ao chão, um clube da Segunda Liga se consegue superiorizar na Europa e, depois de sofrer uma reviravolta, responder na mesma moeda, depois de, em casa, perder pontos nos descontos, recuperá-los e triplicá-los. 

Diogo Ribeiro · 9 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.