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Histórico espanhol é surpresa pela negativa: está afundado no último lugar e precisa de 500 mil euros para despedir treinador

Ricardo João Lopes · 1 min

Adeptos do Real Múrcia
Foto: Real Múrcia

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O Real Múrcia é um dos maiores históricos do futebol espanhol. A equipa está na última posição do grupo B da Primera RFEF.

O Real Múrcia é um dos históricos espanhóis presentes na Primera RFEF e era apontado como um dos grandes candidatos ao regresso à La Liga 2. O conjunto do Nueva Condomina contratou Joseba Etxeberria para a posição de treinador, o que aumentou as expectativas, dado o histórico do basco.

Contudo, a temporada está correr bem longe do previsto, com a equipa no último posto do grupo B da Primera RFEF, após a derrota por 2-0 contra o Ibiza. O Real Múrcia conta com apenas uma vitória e três empates em oito jornadas.

Os adeptos estão a pedir a saída de Josea Etxeberria, mas o seu despedimento tem um custo elevado: 500 mil euros, o que está a fazer com que a ideia de demitir o técnico esteja a ser adiada.

O Real Múrcia conta com alguns nomes conhecidos no seu plantel como Pedro Léon, Ekain, Isi, Moyita, Juan Carlos Real, Cristo Romero, Estebán Saveljich, além do português Ian Reis.

Ricardo João Lopes

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

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